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Escolhi meu time não pela fase que atravessava, por mídia ou outro arquétipo qualquer, mas pelo cordão umbilical. Sim! Pelo cordão umbilical.
Eu nasci CORINTHIANO. Corinthiano não é forjado por Zicos, Kakas, Robinhos, Ronaldinhos e Patos.
Temos o brilho questionador e tonalidade inquietante dos grandes. Nascemos assim. A mim não interessam só os bons momentos.
Fico com meu Corinthians em qualquer campeonato. Seja varzeano ou série “A”. Respeito os que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, nem que me tragam dúvidas e angústias.Reservo esse direito ao meu Corinthians, eles é que agüentem o que há de pior em mim.
Ser Corinthiano é fazer da realidade fonte de aprendizagem, mas também lutar para que a fantasia não desapareça. Não sou torcedor de timinho que não provoca nem ódio nos outros. Isso é o ostracismo. É não ter valor algum.
A inveja move nossos adversários. Que morram com a certeza de que nunca serão da NAÇÃO CORINTHIANA. A inveja é o combustível que move a FIEL TORCIDA CORINTHIANA.
Aos torcedores invejosos quero-os metade infância e outra metade velhice. “Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto e velhos, para que nunca tenham pressa”, pois assim viverão muito tempo para continuarem a invejar o torcedor corinthiano.
(adaptação livre do texto “Louco e Santo” de Oscar Wilde)

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