Vinagres!
Estou pensando há algumas horas sobre o que escrever.
Vem a idéia de abordar a crise econômica e as bravatas do Presidente Lula; a pedofilia massificada via internet; os crimes – ops! – as infrações de menores de norte a sul do Brasil; a violência nas escolas – razões e conseqüências; as demarcações de terras indígenas; a eleição municipal e a renovação da câmara de vereadores de Dourados; a função social das faculdades e universidades; Zé Forrest Camargo Gump – o contador de histórias inventadas; a supremacia dos títulos no ensino superior e a pífia produção de conhecimento; um garapeiro chamado Torres; a guarda municipal e sua fase de cordeiro; a importância dos vices e o nome de logradouros e outros espaços públicos; a má qualidade do ensino – o governo finge que paga, o professor finge que dá aula e o aluno finge que estuda; um negro na Casa Branca; as ilações do finado Titico; o ladrão que processa a vítima – com a palavra a OAB mineira.
Vejam que são vários os temas e assuntos que eu poderia abordar sem esgotar a fonte. Os temas que pensei são abertos e outros fechados, políticos e outros sociais, cotidiano e outros nacionais, mas nenhum me cativou o suficiente para que eu os desenvolvesse a ponto de alcançarem a identidade de um artigo. Não! Francamente, não.
Em verdade estou a escrever por um chamamento. Por um despertar. Por um puxão de orelhas de um artigo "jajáhdiano".
Eu sempre digo aos meus colegas acadêmicos que conhecimento ilhado é conhecimento nulo, não tem serventia, tal qual mandar lembrança para quem a gente não conhece. É por isso que estou escrevendo. Para não ser ilha! Para aprender! Para compartilhar!
Costumo afirmar que a burrice me encanta! A burrice é ato de gênio incompreendido. E já que ta na onda ter título de pós-graduação, escolhi estudar a burrice como tese de doutorado quando for me curvar ao “sistema imperialista do MEC” – adaptação livre do jargão decadente da esquerda sem rumo.
Enquanto não me apetece a idéia, fico compromissado em colher elementos que sustentará minha tese.
* vinagre, de onde eu vim, é utilizado no lugar da palavra "amigo".

Um comentário:
Ai de um amigo meu me chamar de Vinagre.MAS ESTE TEXTO TA LEGAL SIM.
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